LogTalk LogTalk

Cyber Monday: como o ship from store e outras modalidades logísticas impactam a data

Publicado em 27/11/2023

Especialista da Levoo, parte do Grupo MOVE3, aponta opções diferenciadas para melhorar entregas e experiência do cliente

Por Redação


Depois da venda, há uma série de desafios para entregar os produtos em um momento de intenso tráfego de transportadoras (Foto: Freepik)

Com a chegada da Cyber Monday nesta segunda-feira (27), após a Black Friday, uma das principais preocupações dos varejistas neste período está na logística. Depois da venda, há uma série de desafios para entregar os produtos em um momento de intenso tráfego de transportadoras.

Para conseguir isso, cada vez mais empresas estão adotando novas modalidades logísticas, como o ship from store (SFS), em que as lojas físicas atuam como centros de distribuição. Em outras palavras, o cliente pode fazer uma compra online e receber em poucas horas, pois o produto será enviado a partir da loja mais próxima, ao invés de um armazém distante que está lidando com centenas ou milhares de pedidos simultâneos.

A startup Levoo, parte do Grupo MOVE3, realiza esse tipo de serviço para empresas de todos os portes. “Seja um e-commerce que conta com apenas uma loja física ou uma rede nacional, o ship from store permite uma estratégia logística única para cada empresa, o que reduz muitos problemas comuns dos meios tradicionais”, explicou Carlos Magno, CEO e fundador da Levoo.

De acordo com o executivo, além da agilidade no envio, o SFS reduz impactos ambientais por conta do trajeto reduzido. Outra vantagem é o aumento de vendas na loja física, uma vez que o consumidor terá conhecimento da localização, especialmente quando há também opção de retirada de produtos. Todos esses pontos são duplamente importantes em períodos de muita atividade como a Black Friday e a Cyber Monday.

LOGÍSTICA REVERSA

Também existem outros detalhes ou etapas que precisam de atenção, especialmente agora. É o caso da logística reversa, quando há devoluções de produtos.

Os clientes podem precisar fazer uma troca ou podem até mesmo terem desistido da compra e o e-commerce deve retirar o item ou providenciar maneiras para que a pessoa possa fazer isso. Um erro nesse momento pode fragilizar toda a relação que foi construída com o consumidor.

“É essencial ser estratégico nas operações de logística reversa. O ideal é buscar o produto na casa do cliente, ou onde ele preferir, dentro de um período já estipulado, de preferência com hora marcada”, destacou Carlos Magno. “Assim, ele não precisa se preocupar com nada. Depois, o pacote pode ser levado para um centro de distribuição ou para uma loja física, conforme a necessidade da empresa.”

Inclusive, a Logística Reversa foi tema da edição 97 da MundoLogística. Um dos destaques, uma matéria de capa com casos de sucesso da Rede1Minuto — parte do Grupo MOVE3 —, Green Mining e Grupo Madero.

VISIBILIDADE

Outra questão levantada por Carlos é a visibilidade durante todos os momentos de entrega ou devolução. Isso só pode ser feito com tecnologia de rastreamento, que permite o acompanhamento em tempo real de todas as etapas ou até mesmo da própria rota do entregador, como acontece em aplicativos populares de delivery.

“Assim como conseguimos mostrar a localização em tempo real dos entregadores de comida, o mesmo funciona para qualquer outro processo similar, independente do que está dentro do pacote”, apontou o CEO e fundador da Levoo.

De acordo com a empresa, a Cyber Monday pode deixar o público particularmente ansioso para receber suas compras. Muitas pessoas temem as dificuldades logísticas que vêm com a data e o rastreio é uma ótima maneira de deixar o cliente sossegado e confiante na empresa.

“O foco durante estas datas deve ser sempre evitar complicações logísticas, reduzindo riscos comuns às operações e priorizando a experiência do cliente acima de tudo”, disse o executivo.